Saturday, 19 July 2008

They didn't signed

Eight of the 78 British European Parliament members didn't signed the “written declaration” appealing for the set up of a Amber alert system in all 27 EU countries. The McCann lobby was not so successful among Portuguese MEPs: 10 of the 24 Portuguese MEPs didn't signed. The support those 14 MEPs gave to the McCann, who joined the initiative, with the backing of McMillan-Scot, was criticised inside their own political parties, who are afraid that Portuguese electors may react with some hostility, due to the violent campaign against Portuguese police and Judicial system, that McCann supporters have launched.

The eight British outsiders, who refused to help the McCann campaign, were Thomas Wise, John Whittaker, Michael Henry Nattrass, Ashley Mote, Roger Knapman, Timothy Kirkhope, Daniel Hannan et Godfrey Bloom. The 14 Portuguese supporters of the Rothley couple were Paulo Casaca (PS), Maria da Assunção Esteves (PSD), Edite Estrela (PS), Emanuel Jardim Fernandes (PS), Ilda Figueiredo (PCP-PEV), Ana Maria Gomes (PS), Pedro Guerreiro (PCP), Joel Hasse Ferreira (PS), Jamila Madeira (PS), João de Deus Pinheiro (PSD), Luis Queiró (CDS), José Ribeiro e Castro (CDS), Manuel António dos Santos (PS) e José Albino Silva Peneda (PSD).

On January 2008, before the McCann inspired “written declaration” appeared, McMillan-Scot admitted that the question of an alert system for missing children was a responsibility for each of the EU Sate members. Those remarks were done when the European parliament voted a resolution that already had a specific strategy for dealing with this problem, including an alert system and a hotline number, to allow a more quick reaction from police forces of the 27 EU countries.

A question that still needs an answer is why McMillan-Scot lobbied so strongly for a “written declaration”, a non-legally biding document, when the EU had already in place a strategy for improving the cooperation among police forces, in cases of missing children.

(to be continued)

Duarte Levy & Paulo Reis

Version Française

Next: "Gonçalo Amaral and his book" & "FSS: The results"

13 comments:

Joana Morais said...

Não dá para acreditar o mesmo Roger Knapman que afirmou em 2007 que os McCann eram inocentes, o mesmo gajo do UKIP que através do assessor Piers Merchant ameaçou uma senhora que se preocupou com as relações luso-britânicas por causa do caso McCann?

O mesmo que afirmou a pé juntos na SIC, nos jornais Ingleses que Portugal era um país de fascistas, com policias corruptos?

Não, não pode ser o mesmo Roger Knapman que tinha trabalhadores ilegais polacos a trabalhar nas obras da casa dele e que ao mesmo tempo promovia valores de cidadania e igualdade no parlamento Europeu, pode?

A não ser... a não ser que este Roger Knapman não tenha tomates para manter as afirmações absurdas que fez, a não ser que seja um hipócrita vira-casacas, um gajo xenofóbico e sem valores? Pois afinal parece que é mesmo ele, o 'dirty' Knapman dos favores políticos...

E os deputados Portugueses são parvos ou quê? Que raio pensam eles estar a fazer? Só a Ilda Figueiredo é que me respondeu por mail quando a questionei sobre o caso McCann no PE, exijo como cidadã Portuguesa que defendam os interesses do meu País e que não se verguem nos jogos esquemáticos que a falta de escrúpulos de alguns deputados sedentos de protagonismo promovem - independentemente do valor da causa. Por que por um lado, qualquer diploma que apoie a defesa de crianças é bem vindo, mas NUNCA pelas mãos de duas pessoas arguidas num processo criminal, principalmente num processo em que a Policia Judiciaria entende que o cenário mais provável é o cenário da morte por acidente da criança à mão dos pais no apartamento e a conseguinte ocultação do corpo da mesma pelos pais.

Pais, que por sua vez tudo tem feito para limpar a imagem que tem nos média, desde uma propaganda de difamação à PJ, a ataques desenhados para acabar com a investigação sobrecarregando-a com falsas informações trazidas por detectives privados contratados pelos McCann. Fundos Fraudulentos que servem não para encontrar Madeleine, mas sim para pagar um estilo de vida luxuoso e os melhores advogados e PR's que o dinheiro pode comprar..

Estes McCann dizem, agem, falam como se estivessem a ler um guião - os maneirismos, os olhares preocupados, tudo é do maior vazio, oco, sem emoção - este é o guião de 'how parents should behave under the circumstance', e os McCann não são os únicos ou os últimos a utilizá-lo. É o guião daqueles que tem culpas no cartório, como os Ciprianos, os Aisenbergs, etc..

Só espero que haja alguma justiça para breve.

um abraço
JM

Shu/Outono said...

From J.M. and Correio da Manhã:

...."........., one of the friends of the McCann who were vacationing in the Algarve on the 3rd of May last year, when Madeleine disappeared, was suspected for paedophile behaviour.

Cláudia said...

Joana, só para te dizer que estou mentalmente a aplaudir-te de pé.
Obrigada por tudo o que tens feito.

Shu/Outono said...

Grandiosa Joan Morais!Grandiosa!

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Eu também enviei 1 e-mail a Ilda Figueiredo e, se bem me lembro a resposta lacónica foi " Não participei!".
Que vergonha,minha senhora;que vergonha senhora d. edite estrela; que vergonha senhora d. assunção esteves(escrevi a estas senhoras).
A ana gomes nem valia a pena pois era toda pelos mcs. Jamila? Tão novinha e a pensar assim?

Que tenham a sorte que merecerem pelos vossos actos e decisões.Nem se lembraram que algumas além de avós,também são mães(óbviamente).Pensaram? Pensaram e decidiram de forma vergonhosa para quem procura a verdade e a justiça para uma Pequenina,infelizmente famosa mundialmente. ( Não,não posso de modo algum esquecer todas as crianças vítimas do pior).
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Eloisa said...

Hola Paulo e Joana,

Para o team McCann a vida toda é um teatro...
Ja está pronta em Esplendor a tradução do artigo do Expresso.

um abraço
Eloisa

guerra said...

Roger knapman é um racista e xenófobo e talvez por isso ele nunca ia votar por um sistema que exige cooperação entre países e que não é puramente um sistema Britânico ou talvez ele sabe que a maioridade do publico Inglês não acredita na inocência do casal e por isso não seria no seu melhor interesse votar por esta iniciativa. A ler os comentários nos jornais portugueses reconheço que alguns portugueses tem a ideia que todos os crimes cometidos no estrangeiro nos países que eles consideram "o primeiro mundo" são todos resolvidos, esta atitude de criticar tudo que não é Inglês irrita me. Há muitos casos que nunca foram resolvidos, e em muitos destes casos um corpo foi encontrado. Eu espero que seremos surpreendidos de boa maneira segunda feira, apesar de os jornais dizerem que o caso vai ser arquivado. Espero que pelo menos os pormenores do caso serão disponíveis ao publico. Se o casal conseguir livrar-se deste crime, paciência, mais tarde o mais cedo o publico que ainda acredita neles também vão ficar saturados com os apelos por dinheiro para o fundo de riqueza.

Shu/Outono said...

Isto foi a comunicação de dia 1 de Julho:

...."NOTA PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL

No processo do chamado “caso Maddie” foi junto o relatório final elaborado pela Polícia Judiciária e que irá ser objecto de apreciação e ponderação cuidadas.

O Ministério Público irá proceder à análise e avaliação global de todo o processo (que contém dezenas de volumes) em ordem a determinar se são ou não exigíveis outras diligências ou se estão reunidas as condições necessárias e suficientes para se dar por encerrado o inquérito e elaborado o despacho final.

O processo mantém-se em segredo de justiça até meados de Agosto.



Lisboa, 1 de Julho de 2008

O Gabinete de Imprensa

Ana Lima
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A 21 será:


http://www.pgr.pt/

Shu/Outono said...

Correio da Manhã:

Só,ainda(on-line.Claro são apenas 07:30)

..."21 Julho 2008 - 00h30

Rogatórias: Juiz não validou de imediato o diário

Polícia queria voltar a ouvir casal McCann

Pinto Monteiro prometeu para hoje um desfecho para o caso Maddie.

Deve ser anunciado no site da Procuradoria-Geral da República o arquivamento do processo, depois de mais de um ano de investigações feitas de avanços e recuos.

Conheça todos os pormenores em exclusivo, na edição do 'Correio da Manhã' desta segunda-feira.

Shu/Outono said...

Às 16:00h,segundo a TSF no noticiário das 08:00

Shu/Outono said...

Parece que as 1ªs pág. de Jornais Ingleses falam mais do livro de G.A. e, claro o C.M. ameaça quem se meter no caminho.
Muito preocupados com o conteúdo do livro.

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Bom dia,P.R.
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Muito bom dia,todos os dias!

Shu/Outono said...

24horas,pág 10.
Maddie à beira de ser esquecida.

Anonymous said...

You don't seem to understand how the European Parlimant works Paulo.

"A question that still needs an answer is why McMillan-Scot lobbied so strongly for a “written declaration”, a non-legally biding document, when the EU had already in place a strategy for improving the cooperation among police forces, in cases of missing children."

The Commission can only make recommendations. Any policy the Commission recommends (like Barroso and Frattini's 'Rights of the Child' policy - which includes the Alert and Cross Border Control Schemes etc) have to be put forward by 'sponsors' - members of the European Parlimant (like Glenys Kinnock and McMillan-Scott). The Commission has no legal mandate to impose recommendations like 'cross border cooperation'. Until the Lisbon Treaty is fully ratified it is still up to the individual member states to adopt such schemes (by agreement).

The more puzzling issue for me is why the Commission's 'Rights of the Child' policy (alleged to be the source of the Alert Scheme and EU-Wide Criminal Register declarations according to Scott-McMilland Glenys Kinnock) makes EXACTLY the same recommendations as the more controversial Prum Treaty - which was badly received by many Euro MPs (mainly because it used the issue of 'terrorism' to push it ahead).

My view is this: not having a great deal of success in getting the Prum recommendations agreed and extended in 2005 and 2007 - the Commission coerced senior MEPs to lobby on behalf of smaller, grass-roots campaigns that focused on Trafficking and Child Abuse rather than Terrorism - simply because it had a greater 'human interest' impact.

The 'national security' pitch hadn't worked because the alleged terrorist threat was no longer a credible sop. The media was becoming increasinly cynical and sceptical of such 'threats'.

Kickstarting a grassroots campaign with a more charitable focus and a sharper human element was simply more saleable.

Yes - the Commission had in place a strategy - but they did not have the political or legal mandate to impose it. This is why lobby groups (the sponsors) are put together to put pressure on individual member states to adopt such schemes.

The Declaration is a pressure strategy - the first in a series of beaureacratic stages in which recommendations are brought before parliament.

The McCanns have enjoyed such unprecedented politcal support because they were see as the perfect people to figurehead a powerful lobby group.

Given their media status in the immediate aftermath of the tragedy, they had the potential to push policy in a way few real politicians could.

Their popular and mass appeal - and the sympathy they attracted - was too potent for the Commission (and likeminded charities) to ignore.

It is no coincidence that it was Blair who disptached Dodd and Mitchell to Portugal given Blair's friendship with Barroso and Mandelson of the Commission.

Anonymous said...

People lile McMillan-Scott, Kinnock and Schauble don't care whether the McCanns are innocent or not - just so long as they can push policy.

That's the simple, brutal truth.